sábado, 4 de junho de 2011

A novidade do ano

Todo mundo sempre pergunta se eu quero outro filho, até pensava em escrever um post sobre isso, e eu sempre disse que não. Mas depois andei pensando que a Ana ser sozinha não seria legal, ao mesmo tempo ter outro filho seria barra, mais gastos, mais tempos disponíveis... . Pensei em conversar com o Antonio sobre ter outro filho daqui a dois anos, mas de repente, eu ia até mudar e desistir da ideia.
Não deu tempo de planejar, de conversar, de preparar, a natureza divina deu conta de tudo e cá estou: grávida de novo. Dá pra acreditar? Nem eu!
Ficamos felizes com a surpresa inesperada, mas é assustador. É como se a história estivesse se repetindo, começar tudo de novo: idas à GO, ultrassons, exames, preocupações com a saúde do bebê e por aí vai.
Então é isso, Ana terá um(a) irmão (ã) e estamos felizes e assustados.

Dormindo fora de casa

Segunda feira passada fui ao mecânico e o 'diagnóstico' dele foi que o carro estava com algumas peças pra trocar e só ficaria pronto na quarta a tarde. Enquanto ele explicava tudo, fiquei pensando que precisava voltar pra casa em Maricá, pegar a declaração do médico, ir à prefeitura do Rio atualizar minha última licença no dia seguinte. Pra tudo isso, teria que ir sem a Ana. Meus olhos se encheram de lágrimas. Ana ia ter que ficar na casa da minha mãe pra eu fazer esse tour de ônibus.
Foi a primeira vez que Ana dormiu sem mim (ou eu sem ela). Mas correu tudo bem. Meu irmão a pôs pra dormir, apesar de ter ficado com a coluna doendo, pois ela custou a dormir (nessa hora, me arrependi de não ter posto em prática o PU/PD da Tracy Hogg). Acordou uma vez de madrugada, mas minha mãe a fez dormir de novo. E não sentiu falta de mim...
Além do peso dela, que seria complicado carregar de ônibus e de um lado para o outro, ainda aconteceram situações que me fizeram ter certeza de que eu fiz a coisa certa de tê-la deixado com minha mãe.
Quando eu atravessava a passarela da prefeitura, começou um tiroteio na subida da passarela. Quem passava, teve que se jogar no chão. Eu me escondi atrás de um elevador e me abaixei. Ainda bem que Ana não estava comigo naquele momento.
Depois, fui à Rua da Alfândega comprar algumas coisas para o aniversário dela. Comprei tanto que não aguentei carregar, foi um sufoco.
Amanhã, venho contar mais novidades.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

11 meses


Chegamos ao último mesversário...
11 meses é muita coisa, né não?!
Ana está dando uma guinada no desenvolvimento. Ela tem crescido bastante e engordado bem. Está uma meninona.
A última novidade é que ela agora deu pra conversar. Conversa o dia todo (até de madrugada...ai). Além de conversar, canta que é uma beleza. Ela ensaia uma melodia de vez em quando, principalmente quando ouve a música dos Backyardigans. Volta e meia, fala algo que dá pra entender, ela imita a gente. Já falou sonoros: mamãe, nenê, nana (banana), não e Aninha. Mas se pedir pra repetir, ela não repete.
Nem dá sinal de querer andar, mas já fica alguns segundos em pé sozinha. Mãe de um filho só é doida mesmo, né, fica contando os segundos que a filhotinha ficou em pé. Podem falar: " E daí, grandes coisas". Ahhh, mas pra mim, tudo é uma novidade gostosa.
Percebo que ela entende melhor o que falamos. Mas o que ela entende bem e imediatamente é se eu pergunto: "Cadê o chimico desejado?" Ela puxa a minha blusa e olha pra mim pra ver se eu vou liberar o tetê.
Faz 'não' com a cabeça o tempo todo.
Mas a gracinha preferida dela é dar tchau. Até apelidaram ela na natação de bebê miss, pois dá tchau pra todo mundo, o tempo todo.
Adora dançar, e como dança. Um dia desses, a peguei dançando dormindo.
Eu confesso vergonhosamente que estou ansiosa pra ela começar a andar. Não sei porque, é algo que está no meu subconsciente, pois até sonho com ela andando (pode?)
Eu espero que esse mês passe devagar pra eu conseguir dar conta dos últimos preparativos da festa. Apesar de ser buffet, eu tenho que organizar algumas coisas e morro de medo dessas responsabilidades.
 
A Túnica da Ana