sábado, 11 de junho de 2011

Grávida com um bebezão

Tenho uma colega do trabalho que ficou grávida do segundo filho quando o primeiro tinha 4 meses. Tive dó dela. Ela engravidou do segundo mais ou menos na mesma época em que eu fiquei grávida da Ana. Ficava imaginando como devia ser difícil pra ela cuidar de um bebê e ter vontade de deitar, se sentir enjoada, sentir o peso da barriga, mas ter que carregar o outro. E agora, estou passando por isso. A Ana é mais velha do que era o bebezinho dessa minha colega, mas precisa ser carregada, ser cuidada e como tem sido difícil. Só tenho vontade de ficar deitada, tenho comido pouco e vivo desanimada. Um dia desses, acordei com muita dor de estômago, mal conseguia levantar. Mas tive que levantar, preparar o suco da Ana e cuidar dela. Sem contar o peso de carregá-la. Não reclamo de nada disso. Aliás, amo cuidar da minha filha e tenho me esforçado muito pra ter uma gravidez tranquila. Mas que, algumas vezes, é complicado, é. Estou com muito medo de ter os enjoos que eu tive na primeira vez e não conseguir fazer a comida da Ana.
Já estou modificando algumas coisas, como fazer a Ana dormir sozinha no berço, porque vai ficar mais complicado essa coisa de fazê-la dormir no colo.
Ainda bem que quando eu estiver com o barrigão, Ana já estará andando e vai precisar menos do colo.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Consulta à pediatra e o desmame

Ontem, Ana foi à pediatra. Continuará com o tratamento da giárdia, engordou e cresceu bem, está com 8320g e medindo 72 cm. Meus bracinhos já sabiam. Perguntei sobre a alimentação e ela me orientou como seria uma alimentação balanceada, segundo a OMS. Mas, no geral, eu estava fazendo certo.
Aproveitei pra perguntar sobre a amamentação, agora que estou grávida. E como eu já imaginava, tenho que desmamá-la. Na verdade, ela estava mamando pouco, só pela manhã e eu sentia que ela pedia mais como forma de carinho do que de fome. Agora, quando ela pede, eu a abraço, beijo e a destraio, fica tudo bem. A pediatra me orientou o que eu devia fazer para desmamá-la, fez altos discursos, como se fosse tudo muito complicado e difícil. Mas, graças a Deus, a Ana tem aceitado bem.
Eu gostaria que ela continuasse. Por mim, a amamentaria até dois anos, mas não vou arriscar o outro bebê de forma nenhuma.
Ana anda muito conversadeira, fala o tempo todo na lingua dela e olha pra nós como se entendêssemos o que diz. Eu tento desenvolver uma conversa, não sei se ela me entende.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O show dos Backyardigans

Fiquei sabendo que haveria uma apresentação dos Backyardigans na Lona Cultural, perto da casa da minha mãe. Resolvi levar a Ana por ela gostar dos bichinhos e por curiosidade, pra saber como é o clima nesse tipo de evento. Afinal de contas, foi a minha estréia nesse tipo de programa.
Quando cheguei ao teatro, Ana dormia e acordou ao ouvir crianças gritando, chorou na fila, mas logo parou quando viu muitas crianças e muitos brinquedos coloridos à venda.
Quando começou, ela ficou embevecida, principalmente porque começou com a música de abertura que ela a-do-ra. A cada musiquinha, ela dançava e batia palminha. A reação dela foi ótima. Não chorou, nem estranhou. Pelo contrário, queria ver e participar de tudo que via. Agora, aqui entre nós, que troço chato são esses tais de Backyardigans. Será que essa fase passa logo?
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Agradeço muito pelas palavras de carinho de todas que comentaram. Inclusive você, Ju.
Resolvi fazer outro blog pra relatar essa gravidez. Acho importante dividir os relatos para que tanto a Ana, quanto o outro bebê tenham essas memórias. Talvez, futuramente, eu junte em um blog só, como fez a Aline.
Vou deixá-lo aberto, só privatizarei depois do nascimento do baby.

 
A Túnica da Ana