domingo, 16 de janeiro de 2011

Vamos falar de amizade

Da esquerda pra direita: Marise, Ana, eu e Isabela

Eu já tive várias amigas ao longo da minha vida, pessoas que eu amo de verdade. Mas muitas não tenho mais contato. Tirando a minha irmã, Isabela é minha amiga de muitos anos. Aquele tipo de amiga que dá bronca, comemora, desabafa... Quando comecei a trabalhar, conheci uma outra amiga, Marise, que acabei descobrindo que era prima da minha melhor amiga, Isabela.
Eu costumo dizer que Isabela é uma madrinha postiça da Ana, apesar dela não ter sido batizada e essa coisa toda. Ela foi a primeira pessoa, fora minha família, que ficou sabendo da gravidez; acompanhou tudo desde o início. E esteve presente (além de ser responsável) na descoberta do sexo do bebê. Foi também a autora das lembrancinhas de nascimento, que eu postei aqui.
Só amiga mesmo pra ter paciência de ouvir eu falar de cada consulta com o pediatra e dos desenvolvimentos da Ana.
Toda vez que venho à casa da minha mãe, marcamos pra nos encontrar. Na verdade, o encontro devia ser eu, Isa, Marise e Carina (que não está na foto porque chegou depois), mas como Marise e Carina sempre "furam" os encontros, ficamos eu, Isabela e agora a Ana.
Eu espero, de coração, que Ana tenha uma (ou várias) amigas como essas. Vou ensiná-la a cultivar os amigos.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Pediatra no sexto mês

Ana teve pediatra na segunda. Após o pediatra, iria tomar as vacinas do sexto mês e partiríamos para a casa da minha mãe.
Fui à consulta confiante de que Ana engordou bastante nesse mês. Qual não foi minha surpresa, ela só engordou 300 gramas e o pediatra, que sempre é muito brincalhão, abaixou a cabeça sério e disse: "Não gostei desse ganho de peso". Fiquei arrasada, confesso. Poxa, a menina, além de comer tudo que foi orientado, ainda tem mamado muito no peito.
Além disso, continua com a pele ressecada. Usará um creme hidratante a base de uréia.
Ana teve que fazer exame de urina e tenho fé que não dará nada.
Meu palpite materno é que a estrutura da Ana é essa, uma criança que nunca será gorda, bolachuda. Ela não é magrinha, é meio termo.
As orientações do pediatra foram inserir feijão, verduras, gema de ovo, com direito a sobremesa doce (fruta, ou doce de leite, ou doces de abóbora, banana, mamão, ou arroz doce), a noite a janta será um purê ou suflê. Tive curiosidade de perguntá-lo aonde entrará meus peitos nessa dieta, mas esqueci. Já me disseram que eu tenho que trabalhar essa separação da amamentação. Não tenho problemas quanto a isso, sei que a tendência é ela entrar com outros alimentos e o meu leite será coadjuvante até sair de cena de vez. Tranquilo.
Comentei com o médico sobre os dias que estou na rua, para alimentá-la e ele sugeriu as papinhas da Nestlé, mas muito raramente. Porém, lhe disse que farei em casa mesmo e usarei o porta papinha térmico. Quanto as sobremesas, nem preciso comentar que doce de leite, nem pensar, só depois dos 18, em caso de alguma decepção amorosa (hehehe).
Conclusão, fiquei péssima com a consulta. Minha mãe diz que isso pode ser uma espécie de 'olho grande' na criança. Ela é muito elogiada, visada em todo lugar que passa. Não acredito nisso. Além do mais, toda noite, oro pela minha filha e problemas dá em todo humano.

PS: Daniele, pode aparecer com o presente e o pirulito, como mostrou seu sonho. O presente fica pra Ana e o pirulito pra mim...hehe

sábado, 8 de janeiro de 2011

E como será no futuro?

Eu estava assistindo o programa da Oprah sobre ídolos do passado. Ela convidou Jackie Jackson, Backstreet Boys, Peter Frampton e mais um outro que não lembro o nome. Nenhum desses são da minha época da adolescência. Eu gostava de Menudo, RPM e Michael Jackson versão negra. Ana ficou assistindo tudo aquilo no meu colo, a euforia da mulherada mais velha diante de astros que agora estão mais maduros. E aí, eu falei pra ela: minha filha, os astros que você gostará devem estar com 2, 5 ou 10 anos de idade. Viagem isso, não?! Ai, eu fico pensando nas outras pessoas que farão parte da vida da minha filha no futuro: por onde andará seu futuro marido (será que já nasceu?), seu professor preferido, sua melhor amiga, o presidente da República que vai fazer a diferença (pra melhor ou pior) na vida dela, e por aí vai...
Se desse pra mexer no futuro, se eu tivesse o poder de conhecer esses futuros que farão parte da vida da Ana seria muito interessante. Bom, como não tenho esse poder, posso, pelo menos, interferir ao máximo na formação da Ana, pra que os impactos que ela terá ao conhecer todas essas pessoas, sejam harmoniosos e prazerosos.
 
A Túnica da Ana